
Desde 10 de novembro, a Universidade da Guiana Francesa está participando ativamente da COP 30 em Belém. Professores, pesquisadores, gestores e estudantes embaixadores estão todos lá para falar em nome da região. Seu objetivo: contribuir para as discussões internacionais, defender as questões amazônicas e promover soluções locais para as mudanças climáticas. Este artigo relembra os principais momentos dessa primeira semana e o papel estratégico da UG nesse evento global.
Uma delegação comprometida no centro da COP 30
A participação da Universidade da Guiana na COP 30 demonstra seu total compromisso com o enfrentamento das questões climáticas. Desde a abertura do evento, a delegação liderada pelo reitor Laurent LINGUET, acompanhado por Didier BEREAU e Mabiane BATISTA FRANCA, tem feito inúmeras contribuições. Ela reúne uma ampla gama de perfis para representar todos os pontos fortes da escola.
Uma composição rica e multidisciplinar
Professores, pesquisadores, funcionários técnicos e administrativos e estudantes embaixadores estão todos envolvidos no trabalho. Essa diversidade fortalece o impacto da UG. Ela também possibilita a abordagem de questões científicas, políticas e sociais.
Participação ativa em sessões e discussões
Durante a primeira semana, a delegação participou de vários eventos importantes. Ela compareceu a sessões plenárias, mesas redondas e reuniões bilaterais. Também participou de diálogos sobre ciência e sociedade. Graças a esses intercâmbios, a delegação está destacando as características específicas da Guiana Francesa e defendendo uma agenda internacional mais atenta às realidades da Amazônia.
Um contexto importante para a Amazônia e a Guiana Francesa
Uma área já afetada
A Guiana Francesa já está sofrendo os efeitos das mudanças climáticas. O aumento do nível do mar, os eventos extremos e o enfraquecimento dos ecossistemas estão tendo um impacto direto sobre a população local. Esses impactos reforçam a necessidade de ação rápida. Eles também justificam a presença ativa da UG em Belém.
Potencial único para oferecer soluções
A Guiana Francesa tem uma cobertura florestal excepcional e uma biodiversidade notável. Esses ativos proporcionam um terreno ideal para o desenvolvimento de soluções de adaptação e mitigação. O conhecimento ancestral complementa a pesquisa científica realizada na UG. Juntos, eles preparam o caminho para abordagens inovadoras e, muitas vezes, bioinspiradas.
Uma presença responsável e voltada para o futuro
Promoção do trabalho de pesquisa
A Universidade da Guiana está apresentando seus programas de pesquisa sobre clima, biodiversidade e transições ecológicas na COP 30. Essa visibilidade reforça o reconhecimento da região no cenário internacional.
Diálogo com as partes interessadas locais e indígenas
A UG mantém discussões regulares com as comunidades locais e indígenas. Essas discussões alimentam seu trabalho. Elas também incentivam um diálogo claro entre ciência, sociedade e política.
Desenvolvimento de parcerias estratégicas
A COP 30 é uma oportunidade única para fortalecer parcerias científicas e institucionais. Esses empreendimentos cooperativos apóiam projetos ambiciosos que são essenciais para os próximos anos.
Treinamento orientado para a transição
A presença da UG também é um lembrete de seu compromisso com os jovens. Ela treina as gerações futuras em transformações ecológicas, sociais e econômicas. Essas habilidades serão cruciais para apoiar a transição da região.
PERGUNTAS FREQUENTES
Por que a Universidade da Guiana está participando da COP 30?
Defender os desafios enfrentados pela região amazônica, contribuir para a pesquisa internacional e fortalecer a cooperação em questões climáticas.
Quem compõe a delegação da UG?
Professores, pesquisadores, equipe técnica e administrativa e estudantes embaixadores.
Em quais questões a UG se concentra?
Mudanças climáticas na Amazônia, biodiversidade, conhecimento local, soluções bioinspiradas e transições ecológicas.
Qual é o objetivo da COP 30 para a Guiana Francesa?
É uma oportunidade única de mostrar as características específicas da região e seu potencial de inovação e adaptação climática.



